sábado, 30 de agosto de 2008

PEDRAS

Eu amei pedras, as tuas pedras, as nossas pedras...
Afinal as pedras não são apenas tuas...
Eu sou hoje a Pedra.
Tua?
Não mais, nunca!
E tu?
As tuas outras pedras?
HOJE começam outras PEDRAS. As minhas.
Que nunca sentirás.
Escrevi um dia, num blog amigo que amava as pedras.
Ainda não existias, mas por alguma razão tudo foi como pensava então.
Este início - HOJE - espero não repetir muitas vezes.
Apenas nos dias como HOJE...

8 comentários:

Rosa Oliveira disse...

Então, temos blogue e não conta às amigas?
Atenção, blogue com verificação de palavras. Isto é uma coisa séria.

PedrasTuas disse...

Muito séria. Tão séria que não avança. Talvez a ajuda venha desse lado desta Pedra onde me encontro. Pode ser?
Como faço?
Por vezes nem consigo aceder como administradora.
Vou-te visitando. E ao teu amigo. O da vila poema. Mas esqueci quase tudo o que aprendi contigo e o mano está longe. Vamos caminhando.
Já agora... Isso do Pedro Abrunhosaa muito recorrente nos teus postes tem-me feito pensar. Que se passa amiga?
Volta sempre. Nem que não seja para ver sempre o mesmo.

Rosa Oliveira disse...

Abrunhosa é um músico.
Gosto de ouvir, tal como outros (músicos).
Mariza, tens ouvido?
Ouve!

Rosa Oliveira disse...

Tu entras com o e.mail no blogue, certo?

Pergunta o que quiseres. Se souber, digo-te.

PedrasTuas disse...

ok! Agora ando nas definições das cores de fundo e das letras. Ando só a fazer disparates. Mas enquanto o faço não penso noutras coisas. Daqui a pouco pergunto como se faz.

PedrasTuas disse...

Quanto ao Abrunhosa. Sei qeu é um músico. Para mim mais poeta que músico, se é que sei onde estão as barreiras. Também gosto das letras dele. Não tenho ouvido mariza. Ando numa de Zeca Afonso. Não sei bem a razão. Também não tem de haver razão, pois não?

Rosa Oliveira disse...

continua.
penso que estás bem.
abrunhosa escreve poesia, depois fala-a, soletra-a, canta-a se quiseres.
Zeca afonso escreveu poesia, falou-a, cantou-a.
continua, portanto.

PedrasTuas disse...

Como tens razão. Das letras à canção como expressão sonora nada interessa. O importante está feito. O que fica em nós pode ser o que se ouviu ou o que se sentiu. Eu sinto mais as palavras, mesmo sem som. Defeito profissional, talvez.